A mulherEscorpião
A mulher de Escorpião possui as mesmas características de possessividade, manipulação, intensidade de sentimentos e força de vontade que o homem deste signo. Numa relação entrega-se por completo, mas apenas após ter observado muito bem o seu parceiro para que o possa conhecer profundamente.
Ela é capaz de sentimentos profundos e não se contenta com relacionamentos superficiais. Se há coisas que ela não suporta, são a hipocrisia e os "joguinhos" de meios sentimentos ou meios relacionamentos. Pode aceitar tudo, menos a fraqueza de carácter e espera do seu parceiro uma devoção completa e total. Se for correspondida será fiel e, com a sua memória de elefante, nunca esquecerá um gesto de carinho, de afecto ou de amor; mas se magoada ou decepcionada, nunca conseguirá perdoar. Assim como é capaz de viver grandes paixões, também é capaz de viver grandes ódios e, desde que se sinta traída, irá esperar o tempo que for necessário para se vingar.
O seu sentido de justiça é extremamente apurado e será capaz de compreender e aceitar outros pontos de vista, desde que os julgue justos e correctos.
A mulher deste signo possui um dom incrível: Assim que os seus olhos encontrarem os da pessoa certa, ela reconhecerá o seu futuro companheiro à primeira vista e transfere imediatamente ao outro esta mesma sensação. Mas o homem que deseja conquistar o coração de uma mulher nascida sob a regência de Escorpião necessita, acima de tudo, de muita calma, porque quando está zangada, e no meio de uma explosão de raiva, esta mulher é um autêntico terror!
sábado, 30 de dezembro de 2006

Senti uma brisa no rosto, que tinha teu gosto.
Passou bem de leve, foi muito breve,
meu coração afagou.
Senti uma gota de chuva percorrer minha face,
deixando-me num impasse, se...lágrima de amor.
Senti um arrepio no corpo, pedindo conforto,
querendo teu calor.
Senti o coração apertado pulsar disparado,
tentando saltar.
Estranha sensação acalentou o coração,
fazendo-me sonhar!
Senti minha boca sorrir e, os lábios, abrir,
querendo te beijar.
Senti que era pouco e delirei como louco,
pensando te tocar.
Tendo-te, então, com imensa paixão.
Como foi bom acreditar!
Passou bem de leve, foi muito breve,
meu coração afagou.
Senti uma gota de chuva percorrer minha face,
deixando-me num impasse, se...lágrima de amor.
Senti um arrepio no corpo, pedindo conforto,
querendo teu calor.
Senti o coração apertado pulsar disparado,
tentando saltar.
Estranha sensação acalentou o coração,
fazendo-me sonhar!
Senti minha boca sorrir e, os lábios, abrir,
querendo te beijar.
Senti que era pouco e delirei como louco,
pensando te tocar.
Tendo-te, então, com imensa paixão.
Como foi bom acreditar!

Este Querer
As ondas vigorosas desfalecem em espuma,
Como que se todo o vigor se transformasse de repente
num acto singelo de entrega … de afecto e ternura
cedência inebriante … suave … intensa … e quente
Repetida até à exaustão, igual, mas sempre diferente,
manifestação doce, que a areia acolhe ciosa e cálida,
como uma amante, sempre pronta, intensa e envolvente,
ficando apenas, … vogando ao vento … a espuma pálida
Intenso, vigoroso e vibrante, o que sinto,
este afecto em que tu me transformas,
de querer … muito, meu amor … tuas formas, …
tua alma … construir forte este amor, que pressinto
Deixa-me ser o teu mar!
Sê tu a areia onde me perco,
que me acolhe, doce … para me encontrar!
Ah, como é suave este querer, belo … sinto-o tão certo!
As ondas vigorosas desfalecem em espuma,
Como que se todo o vigor se transformasse de repente
num acto singelo de entrega … de afecto e ternura
cedência inebriante … suave … intensa … e quente
Repetida até à exaustão, igual, mas sempre diferente,
manifestação doce, que a areia acolhe ciosa e cálida,
como uma amante, sempre pronta, intensa e envolvente,
ficando apenas, … vogando ao vento … a espuma pálida
Intenso, vigoroso e vibrante, o que sinto,
este afecto em que tu me transformas,
de querer … muito, meu amor … tuas formas, …
tua alma … construir forte este amor, que pressinto
Deixa-me ser o teu mar!
Sê tu a areia onde me perco,
que me acolhe, doce … para me encontrar!
Ah, como é suave este querer, belo … sinto-o tão certo!

EU
Até agora eu não me conhecia,
Julgava que era Eu e eu não era
Aquela que em meus versos descrevera
Tão clara como a fonte e como o dia.
Mas que eu não era Eu não o sabia
E, mesmo que o soubesse, o não disseram
Olhos fitos em rutila quimera
Andava atrás de mim e não me via!
Andava a procurar-me e pobre louca!
E achei o meu olhar no teu olhar,
E a minha boca sobre a tua boca!
E esta ânsia de viver, que nada aclama,
é a chama da tua alma a esbrasear
As apagadas cinzas da minha alma!
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